Anotações. ELEIÇÕES 2017 (I)

















Instalou-se no cenário regional mais uns elementos que interfere na dinâmica da luta de classe regional: as eleições suplementares. Porque, a classe política, a maioria da esquerda regional gira parte das suas atenções para apresentação e diálogo sobre a situação social e econômica do Amazonas. Isso não é um problema. Logo que as formas de luta e resistência são variadas, simplesmente é uma tolice quem entende o contrário.
Neste cenário regional temos várias chapas, até dentro do mesmo grupo ou campo, representando não uma solução, mas aumento crise da velha classe política, isso pela incerteza do controle da máquina pública. Por isso, vimos nos últimos dias, alianças improváveis, e giros políticos impressionantes, (1) e talvez de confirmação de velhas tendências, que teimam aposta na conciliação de classe ou simplesmente a falta de uma alternativa ampla, democrática e popular (2)
Diante dos discursos e movimentações, dos partidos, analistas e dirigentes, existe algo em comum: como tirar o Amazonas da crise política e econômica? Assim podemos identificar três ou quatro propostas organizadas nas chapas. A maioria das chapas apostarão nas contrarreformas e no ajuste fiscal que vem acontecendo nos respectivos governos regionais. Por tanto, não podemos fugir deste debate importante, inclusive as chapas progressistas.
#Anotações #Eleições #CrisePolítica #CenárioRegional
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1. Talvez melhor exemplo é de Marcelo Ramos (PR) então adversário intransigente de Eduardo Braga (PMDB). Isso cabe uma explicação maior, numa próxima anotação.
2. A esquerda regional, e a socialista inclusive, não apresentaram uma chapa ampla, onde fragmentou-se em diversas candidaturas Luiz Castro, Zé Ricardo, Marcelo Serafim e aqueles apoiam de Eduardo Braga.
Imagem. Amazonas Atual

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